20130627

Estamos Unidos à América...

O Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, garantiu que não vai dar ordens de descolagem a aviões a jacto para prender um "hacker" de 29 anos, que já foi funcionário da CIA. Entretanto, o cidadão português José Esteves perguntou ao representante de Obama em Lisboa, se os EUA podem esclarecer o seu próprio envolvimento e o papel do cidadão americano, Frank Sturgis, no alegado plano de derrube de um avião onde seguiam a bordo, entre outros, o primeiro-ministro de Portugal, Sá Carneiro e o ministro da Defesa, Amaro da Costa. Nisso, estamos unidos à América. Obama a dizer que não iria "scrambling jets to get a 29-year-old hacker"... José Esteves a dizer que “os americanos têm de dizer o que sabem sobre a morte de Sá Carneiro”.

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20120112

Obama e os telemóveis

O POTUS gosta de transmitir a imagem de pessoa activa e moderna. Por isso, contra todas as regras de segurança, fala muito ao telemóvel...





E, agora, acabei de ler esta frase: "Some Presidents like to ride around Dallas in open top limos, other are addicted to their cell phones... neither tend to remain in office too long".

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20110502

"Encontraram Ossama"

Sobre o anúncio da alegada morte do presumível autor moral dos ataques nos EUA a 11 de Setembro de 2001, não tenho muito a dizer. Apenas partilho um vídeo - que não tem nada a ver com o assunto -, mas que, por coincidência, estava a ver ontem à noite enquanto se preparava o ataque no Paquistão. É a curta metragem portuguesa "Azeitona", feita por alunos de cinema da Universidade da Beira Interior, cuja primeira frase é: "Encontraram Ossama!". Ao que acrescento: "Ok, isso é estranho!...".

Azeitona (Olive) from Luis Campos on Vimeo.

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20101120

Os líderes... e os amigos...

20100522

Decidamente, Obama não é W. Bush


Com W. Bush havia prisões e torturas de suspeitos de terrorismo. As detenções eram ilegais, havia ainda Guantánamo e aviões da CIA. Agora, com Obama, tudo isso acabou, pois Obama não prende nem tortura: manda matar...

"However, when it comes to CIA drone strikes in Pakistan, the new US administration continues with the practice established under the previous presidency and has even authorized a sharp increase in the number of such strikes".

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20091009

Paz e Guerra

Barack Obama ganhou o Nobel da Paz enquanto prepara o envio de mais soldados para o Afeganistão. Não me surpreende o prémio: Henry Kissinger também ganhou o Nobel no mesmo ano em que apoiou o golpe militar no Chile que derrubou Salvador Allende e instaurou a ditadura de Augusto Pinochet...

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20090902

Entre o embuste e a compaixão

Enquanto o presidente norte-americano Obama desce nos índices de aprovação, o livro mais vendido do momento na lista de não-ficção do "New York Times" é a obra "Culture of Corruption", da jornalista Michelle Malkin, que associa o líder da América a um grupo de corruptos...



Entretanto, a América criou uma nova palavra para os dicionários: "Obambush". Significa o embuste de Obama, que se parece cada vez mais com a continuação da política de Bush do que a tão prometida mudança...



Deste lado do Oceano, apesar do primeiro-ministro inglês, Gordon Brown, negar, é cada vez mais óbvio que a libertação do agente secreto líbio condenado pelo atentado de Lockerbie não se deveu a um acto de compaixão ditado por relatórios médicos que garantiam restarem apenas três meses de vida ao condenado, mas sim pelas contrapartidas que o negócio do petróleo líbio poderá trazer à inglesa BP. Aliás, é de longe bem mais tranquilizador e preferível pensar que um governo está mais preocupado e empenhado a negociar petróleo do que propriamente a libertar terroristas por "compaixão". Por isso, quer seja Sócrates ou Leite a ganhar as eleições a 27, qualquer dos dois vai correr o risco de ser um embuste sem compaixão.

Texto originalmente publicado no blogue Eleições2009.

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20090817

Para que serve ter um correspondente em Washington?

Para terminar a "saga" do diário "Público" - senão ainda dizem que estou a fazer uma "perseguição" ao jornal dito de "referência" - pergunto-me ainda, se têm jornalistas em Lisboa a dar palpites sobre factos dos EUA que lêem na Internet, então para que lhes serve um correspondente em Washington? Hoje, por exemplo, têm um texto sobre a reforma no sistema de saúde dos EUA e contam: "Obama dividiu o seu fim-de-semana entre visitas a parques nacionais e reuniões com a população (conhecidas como 'town hall'), nos estados mais conservadores do Montana e Colorado. 'Nenhuma pessoa neste país devia ser obrigada a declarar bancarrota por ter ficado doente', sublinhou o Presidente, que desferiu um forte ataque contra as companhias de seguro que 'arbitrariamente decidem qual é o tipo de cuidados que cada pessoa pode receber' ou então 'cobram valores astronómicos depois de as pessoas já terem pago os prémios'". Ora, essa informação estava disponível na Internet desde sábado, com a publicação integral do discurso de Obama no Colorado. E que é bem mais interresante e rico do que o resumo jornalístico assinado em Washington. Ou acham que a correspondente do "Público" foi ao Colorado ouvir o "Prez"?

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20090814

Quando não se sabe o que fazer, chama-se-lhe "Teoria da Conspiração"

O diário português "Público", publicação dita de "refência", descobriu hoje (não há link directo, desculpem) a história da dúvida sobre o local de nascimento do presidente norte-americano Barack Obama - teria sido mesmo no Havai ou na terra natal do pai, Quénia? Embora possa dizer que para mim tanto faz onde tenha nascido, o certo é que, do ponto de vista legal nos EUA, a confirmar-se o nascimento no Quénia, tal significaria que sua eleição para Presidente do EUA foi ilegal.
O caso passou ao lado durante a campanha eleitoral de 2008, mas fiz aqui a devida referência.
Como agora o assunto chegou à CNN, o "Público" sentiu-se mais à vontade para abordar o tema, mas com as cautelas próprias de quem tem de escrever à distância sem outras fontes que não a consulta na Internet. Vai daí, e típico em jornalistas que não sabem como tratar as grandes polémicas de Estado, menosprezaram o assunto chamando-lhe "Teoria da Conspiração"...



Deste modo, o "Público" de hoje entregou aos seus leitores um texto recheado de comentários perfeitamente inúteis para o apuramento isento e jornalístico dos factos, acabando por revelar mais sobre os preconceitos da jornalista que assina a peça do que com o cumprir da função de informar o leitor.
Confira-se:

"Não é um sketch nem uma piada de um programa de humor em formato de noticiário da televisão americana. São as alegações, tão sérias quanto possível, de um movimento de pessoas cunhadas de birthers que nas últimas semanas saltaram do subterrâneo da blogosfera para o noticiário mainstream americano. Oh, claro que ninguém acredita nisto, como ninguém acredita em bruxas, mas elas existem - e 24 por cento dos americanos, segundo as últimas sondagens, acham que elas existem".

"Mas como qualquer especialista em rumores e mitos urbanos reconhecerá, quando se bombardeia a opinião pública com toda a espécie de conjecturas com a persistência com que os birthers o têm feito, por vezes consegue-se 'instalar dúvidas irracionais em mentes razoáveis' (explicações de David Emery, perito em mitos urbanos, ao site Politico.com)".

"Para futura referência: sabemos que estamos perante uma teoria de conspiração quando a falta de provas é usada como prova. De nada valem evidências em contrário ou críticas: fazem todas parte da conspiração. A directora-geral de Saúde do Havai autenticou o certificado de nascimento? Com certeza fez panelinha com Obama. Outra característica recorrente nas teorias de conspiração: os seus defensores estão convencidos de que estão na posse de uma 'verdade' que ainda não é evidente ou acessível para a maioria das pessoas. Por exemplo: Obama é um obcecado pelo poder que tem vindo a planear secretamente a sua ascensão à presidência há muito tempo com segundas intenções, e, portanto, representa uma ameaça.
Tanto barulho, e ainda assim seguidores atentos das eleições presidenciais americanas podem nem ter dado pela existência dos birthers e das suas teorias. Não que tenham perdido fôlego - sabemos agora -, mas durante algum tempo parecia que tinham sido devolvidos à obscuridade do grupo de presumíveis fanáticos de onde haviam emergido. Uma nota de rodapé na literatura das teorias de conspiração, ou uma piada para alimentar a voracidade da blogosfera".

"Taitz é uma imigrante nascida na ex-república soviética da Moldávia que veio para os Estados Unidos em 1987 depois de viver em Israel. É um caso dentro do caso que são os birthers.
O seu blogue, orlytaitzesq.com/blog1, é um misto de panfleto amador, agenda mediática e indisfarçável vaidade - os seus posts mais recorrentes são referências garrafais às personalidades políticas ou públicas que acabam de se tornar suas amigas no Facebook. Coisas como: 'Não consigo acreditar, mas Benjamin Netaniahu [sic], o primeiro-ministro de Israel, pediu para ser meu amigo no Facebook' (27 Julho). Ou: 'Incrível - a congressista Cynthia Lummis, do Wyoming, juntou-se à congressista Mary Bono e ao vice-líder da minoria na Câmara dos Representantes Eric Cantor e tornou-se minha amiga no Facebook.' O tom é de uma rapariguinha fascinada com a sua popularidade nas redes sociais".

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20090412

O cão é nosso e que se lixem as promessas!


Parece que Obama já escolheu o cão para as filhas e decidiu-se pelo cão de água português, a quem vão colocar o nome de Bo, em memória do falecido músico Bo Diddley... Ao aceitar receber o cão como oferta do senador Ted Kennedy, esta é mais uma promessa falhada de Obama - visto que o cão deveria ter vindo de um abrigo para animais abandonados. Só que cãezinhos desta raça em canis daquele género... Contudo, como o casal Obama não queria um rafeiro, "limpou" a promessa com uma doação de dinheiro: "The choice of a Portie raised one complication. The Obamas have long said they wanted a rescue dog. But the carefully bred PWDs almost never end up in shelters. Bo had been living with another family, but it wasn't a good fit, so the Kennedys acquired him for the Obamas. As for the rescue pledge, the Obamas came up with a solution intended to lend a serious symbolic note: They're going to make a donation to the D.C. Humane Society"...



Por este pequeno episódio se vê cada vez mais como o Obama da Casa Branca vai ser muito diferente do Obama da campanha eleitoral... E aposto o que quiserem como nenhum jornalista português irá referir essa contradição na promessa, pois aqui o que importa é a mesma lógica que prevalece em relação à recondução de Durão Barroso na presidência da UE: "Povo, o cão é nosso e o resto que se lixe!".

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20090323

Obama e o seu momento Katrina

20090317

Um Ombush?



Não sei se Obama será um embuste, mas aqui fica a informação de que há quem avise para uma "Obama Deception" e sustenta-o neste vídeo...

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20090227

Mais coisas que não vos dizem sobre o cão de Obama...

Mesmo que a família Obama tenha a incrível "sorte" de encontrar um exemplar puro da raça cão de água português num abrigo para animais abandonados - ou seja, fora da lista da Portuguese Water Dog Club of America... -, isso não será uma boa notícia para toda a gente que gosta dos cães de raça portuguesa: "It's nothing against the Obamas. But some Portuguese water dog owners aren't thrilled the breed is a front-runner for the first family. The choice could mean a spike in the dogs' popularity - and that could mean a rise in shady breeders and fickle owners who don't understand the dogs and eventually abandon them, owners of Portuguese water dogs say".
Sem esquecer que ainda há que contar com o "lobby" dos "Labradoodles por Obama"...


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20090226

Voltou a febre do cão português de Obama

20090211

O grande plano para actual crise económica mundial conforme me foi explicado por Daniel Estulin

A "Focus" publicou na semana passada um artigo, da autoria do meu camarada Carlos Correia, sobre a edição em português do livro "Clube de Bilderberg" de Daniel Estulin...



Aproveitando a oportunidade para divulgar o artigo, perguntei a Daniel o que pensa sobre a actual crise económica mundial. Quis saber se a mesma se deve a um plano maior ou se, desta vez, até mesmo os grande empresários foram apanhados desprevenidos e não conhecem as soluções.
E Daniel mandou este texto como resposta:

"In a Bilderberg report from 1996 I came across a phrase which unfortunately took me too long to understand. The phrase was 'DEMAND DESTRUCTION'.

To be honest with you, I completely forgot about the phrase because amongst other reasons I was still new to Bilderberg and did not understand too many things to concern myself with this one phrase...Untill 2002, when I came across this phrase again, but this in a Club of Rome report and CFR report. By then, I had established a very good professional relationship with a very important member of the World Bank who was very critical of Bilderberg and their plans. I asked this person (won´t tell you if it is a he or a she) what 'demand destruction' meant. This person asked me. 'How do you destroy demand?' I said through Wars, would be one way.

'Yes, may be. But there is a much easier way', this person said to me.

'You destroy demand by destroying world economy ON PURPOSE'.

'Why would the elite want to do that?', I asked.

'To protect the energy reserves of the planet for the wealthy. You see,' this person told me, 'if people are poor, they don’t buy, travel spend... You need energy and natural resources to do all that. By destroying their wealth you can destroy them'.

That´s what Club of Rome and Bilderberg plan of 'Zero Growth' is all about. By the way, the idea of zero growth was presented to the American public by Paul Volcker in the late 1970s, when he was Chairman of Federal Reserve. Who does Volcker work for today? That´s right, Barak Obama!".

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20090121

Como Obama deve a sua carreira política a esta mulher...

20090120

Duas ou três coisas que me preocupam de momento...

Casamento entre pessoas do mesmo sexo: Completamente de acordo. Acho que os homossexuais têm o mesmo direito que os heterossexuais a serem infelizes . E vai ser bom para os tribunais quando começarem os divórcios.
Mundial de 2018 em Espanha e Portugal: A única objecção é a de que, conforme vi ontem à noite do programa do Diogo Infante, que se continue escrever "Madaíl" em vez da forma correcta que é Madail.
A tomada de posse de Obama: Que deixem de comparar o novo Presidente dos EUA a Jimmy Carter. Expliquei aqui que há semelhanças, mas é sobretudo preciso evitar o que aconteceu neste dia há 28 anos...

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Bastou-me um telefonema para fazer jornalismo

Carla Peralta, a criadora do canil de Olhão que se comprometeu a conseguir um cachorro da raça cão de água português para ser oferecido ao novo inquilino da Casa Branca, não está preocupada com o facto do Presidente Obama ter prometido às filhas um cão que terá de ser proveniente de um canil para cães abandonados: “A Casa Branca tem grandes espaços e, à semelhança do anterior presidente, que tinha três cães, quem sabe se Obama, para além do cão que vai buscar a um canil de animais abandonados, não aceitará também ter um cachorro oferecido por Portugal”, disse. A criadora acrescentou que "em Portugal há muitos animais de raça abandonados" e queixou-se dos criadores clandestinos. Carla Peralta, que vende cachorros cão de água português entre os 500 a 600 euros, salientou que efectua entrevistas a todos os potenciais clientes de modo a apurar se os futuros donos estão verdadeiramente conscientes do que querem, pois "o pior é um cão tornar-se uma moda" e acabar por ser abandonado nos canis quando os donos se cansam do animal. E, é claro, ultimamente têm aumentado o número de pessoas que telefonam a pedir informações sobre os preços do cão de água português.

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20090115

Um rafeiro é que seria o mais apropriado

Agora a "Entidade Regional de Turismo do Algarve anunciou que está disponível para dar um exemplar de um cão d'água da Ria Formosa, nascido no Algarve, ao presidente eleito dos EUA, Barack Obama, caso este opte pela raça portuguesa".
Por favor, algum jornalista que explique a estas pessoas, e à generalidade dos portugueses, que Obama não está indeciso sobre o cão que vai escolher. O seu único problema é o facto de que o cão tem de vir de um abrigo para cães abandonados. O casal Obama tem gostos finos, mas como ainda quer mostrar que se interessa pelos pobres e abandonados tomou a decisão política de que o cão terá de vir de um abrigo para cães abandonados. Levanta-se um problema técnico, pois qualquer animal das duas raças que ele pode optar são raros nos abrigos. E, a acontecer, o mais provável é que a escolha não caia no cão de água português.
O melhor que os senhores do Algarve poderiam tentar fazer, passava por mandarem o cão para os EUA, em segredo, via mala diplomática, e que depois um agente dos serviços secretos o fosse colocar à porta de um abrigo para cães em Washington. A seguir telefonavam para o patrão a avisar que fora "convenientemente" descoberto um cãozinho de raça pura à espera de ser recolhido. E, para mais uma informação, acrescente-se que as sondagens defendem que os norte-americanos até preferem que Obama se deixe de coisas finas e faça a escolha mais apropriada às suas origens e leve um rafeiro para a Casa Branca.

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20090113

Um cão de água português não é animal que se abandone

Há uma coisa que os jornalistas portugueses não estão a dizer nas notícias sobre o cão que Barack Obama poderá vir a escolher para as filhas. Andam todos muito contentes e a "vender" a ilusão de que a escolha poderá cair - ò vã glória! - no cão de água português. É óbvio que essa seria a escolha certa - é um cão vivaço, meigo e não provoca alergias, o que é importante para a filha mais nova do casal Obama - mas, esqueceram-se os jornalistas de acrescentar que esse cão tem de vir de um abrigo de animais abandonados. Sim, a escolha é também ela um acto político e, como nos diz a Fox: "And even if the Obamas get lucky, the dog will almost certainly will be the Labradoodle, which is a crossbreed between a French poodle and a Labrador retriever. And even that will be very hard to find". Cá para mim, que tanto faz,se Obama arranjar um cão de água português num abrigo, então será uma descoberta "muito conveniente". O que, realmente, seria uma boa forma de começar um mandato. Mal por mal, ainda assim prefiro o discurso de Nixon sobre o "Checkers"...

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