20120829

Incrível!!! Economista da Troika ficou sem a carteira pela SEGUNDA VEZ no eléctrico 28!!!

No passado dia 14 de Julho, há mais de um mês, o economista da Troika em Portugal, Albert Jaeger, revelava à revista do "Expresso" que, uma vez, ao andar em Lisboa no eléctrico 28, a caminho do Castelo, ficou sem a carteira...
Ontem, dia 28 de Agosto, o diário "i" lembrou o caso numa reportagem que fez sobre os carteiristas que actuam em Lisboa...
E hoje, o diário "Correio da Manhã", vem informar-nos que o mesmo economista, Albert Jaeger, ficou novamente sem a carteira, no mesmo eléctrico 28, em Lisboa, no passado dia 22 de Agosto...
Logo, esta é já a segunda vez que tal acontece. É caso para dizer aos senhores do FMI em Portugal: "Be aware of pickpockets"!

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20090329

CM Grau 33, perdão, CM Pág. 33...

20090308

Autismo político

Vale a pena ler/ouvir a entrevista a António Costa num trabalho conjunto Correio da Manhã/Rádio Clube´, e conduzida por António Ribeiro Ferreira (ARF) e Luís Claro (LC). Eis um momento em que podemos comprovar o nível de autismo político que se vive no PS:

ARF – Eu não enfio barretes. Mas o que eu sei é que quando se fala no engenheiro Sócrates há uma razão. Ele era o ministro do Ambiente e licenciou o Freeport. Não fui eu.

- Conhece alguma investigação que envolva o engenheiro José Sócrates?

ARF – Conheço a carta rogatória das autoridades inglesas.

- Olhe, eu não conheço.

ARF – E nessa carta fala-se no engenheiro José Sócrates como suspeito.

- O que eu conheço são os comunicados das autoridades judiciárias portuguesas que dizem que o engenheiro José Sócrates não está sob investigação e nem sequer é suspeito.

ARF – A carta rogatória é pública.

- É estranho ser pública.

ARF – Mas foi publicada.

- Acha normal? Eu sei lá se essa carta rogatória é verdadeira e se existe. O que eu tenho de confiar é nas autoridades judiciárias do meu País. E elas dizem que o engenheiro José Sócrates não é suspeito, nem é arguido, nem está sob investigação.

LC – Foi ministro da Justiça e sabe que quando se publicam informações elas vêm das autoridades judiciárias.

- Sim? Não sei. O que as autoridades judiciárias dizem é que o que os senhores dizem não é verdade.

ARF – Mas ninguém desmentiu a carta rogatória.

- Disseram uma coisa fundamental que é a única coisa que interessa nesta conversa. O primeiro-ministro está sob investigação? Não. O primeiro-ministro é arguido? Não. O primeiro-ministro é suspeito? Não. É o que dizem as autoridades judiciárias. Você acha o contrário.

ARF – Eu não acho o contrário.

- Você acha o contrário. Tem dúvidas sobre o primeiro-ministro.

ARF – Não é uma questão de dúvidas. O que eu ouvi é que ouve um tio que telefonou ao primeiro-ministro e mandou alguém falar com o engenheiro Sócrates porque lhe andavam a pedir luvas. Isso ouvi, não inventei.

- E então?

ARF - Ouvi, não sei se é verdade ou não.

- E daí retira o quê?

ARF - Depois tenho o filho do tio a enviar e-mail aos promotores em nome do primo.

- Não sei se recorda qual foi a pergunta com que entrámos neste tema?

ARF – O tema é a campanha negra.

- Porque é que há uma campanha negra.

ARF – Isto é uma campanha negra?

- O que me perguntou é se sempre que há investigação judicial sobre alguém do PS há uma campanha negra. E o que eu estou a dizer é o seguinte. Que eu saiba, a propósito desta caso, não há ninguém do PS a ser investigado. Você sabe que há? Não sabe.

ARF – Há um processo que envolve o Freeport.

- Não sabe. Você acha que sim.

ARF – As decisões foram tomadas pelo Governo do PS.

- Desculpe lá uma coisa. O que nós sabemos é que o engenheiro Sócrates não é arguido, não está sob investigação e não é suspeito.

ARF – Há dois arguidos.

- Mas algum deles é do PS?

ARF - Não faço ideia nenhuma.

- Sabe que é?

ARF – Não faço ideia nenhuma.

- Então se não sabe o que é que o PS tem a ver com a história? Posso saber?

ARF – Foi o PS que tomou a decisão política sobre esta matéria.

- Desculpe lá.

ARF – Não é verdade?

- O que eu quero saber não é a decisão política. É se está sob investigação.

ARF – Todo o processo está sob investigação.

LC – Já é a segunda vez em cinco anos que se fala numa cabala, numa campanha negra para destruir a direcção do PS vindo da parte da Justiça ou de quem for.

- Desculpe lá. Não meta coisas na boca do PS que o PS nunca disse. O PS nunca disse que a Justiça fez cabalas ou que fez campanhas negras. Agora, a Justiça é uma coisa, os senhores são outra coisa. Está a perceber a diferença?

LC – Todas estas campanhas, tanto da Casa Pia como do Freeport, foram obras da Comunicação Social contra as direcções do PS.

- Já disse o que tinha a dizer sobre isso.

ARF – No caso Casa Pia houve um dirigente do PS que foi arguido e depois ilibado.

- Temos uma pessoa. Que não só foi ilibada como obteve uma condenação do Estado por detenção ilegal.

ARF – Ainda não transitou em julgado, o processo ainda está a correr.

- Certo, mas ganhou na primeira instância.

ARF – Exactamente. Está convencido que este assunto do Freeport vai morrer ou vai ser usado na campanha eleitoral?

- Vão ser com certeza usadas, estão a ser usadas.

ARF – Usadas pelo PS, em termos da campanha?

- Não é pelo PS, é pelo PSD. Como sabe o PSD mantém afixado um cartaz da JSD de ataque ao primeiro-ministro. É sabido que certo tipo de pessoas no PSD vivem e convivem nesse ambiente de lamaçal de alimentar campanhas negras. É o historial sempre que certas figuras do PSD reaparecem no activo relativamente ao primeiro-ministro. Desde a sua vida privada a este caso procuram-no sempre envolver.

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20081018

Vítor Baptista, "O Maior", 10 anos depois...

O "Correio da Manhã" recorda que a antiga glória do futebol do Benfica, Vítor Baptista, "O Maior", faria hoje 60 anos se fosse vivo. Não sei se todos os leitores deste blogue sabem, mas o primeiro livro que escrevi (publicado em Junho de 1999) foi a biografia de Vítor Baptista...




O livro inclui a última grande entrevista a Vítor Baptista, feita em Abril de 1998. As palavras finais são arrepiantes, sobretudo se pensarmos que morreria meses mais tarde, na noite de 31 de Janeiro de 1998 para 1 de Janeiro de 1999...




E agora, 10 anos depois, foi interessante relembrar o que então escrevi na nota de autor...

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20081011

As coisas que Medeiros Ferreira me obriga a dizer

O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e membro do clube de Bilderberg (Inglaterra, 1977), Medeiros Ferreira, assina hoje um pequeno texto na última página do diário "Correio da Manhã" sobre o casos dos aviões da CIA que, alegadamente, terão passado em território nacional. Esse é um texto pequeno, mas cuja leitura nas entrelinhas merece alguns comentários que coloquei a negro na reprodução que aqui vos deixo:



"Os últimos a saber (É o título. Quem são os últimos a saber, nós ou os governantes? Vamos ver...)

Ainda não é desta que saberemos da missa a metade sobre os chamados "voos da CIA" em território nacional (Ah! Somos nós que nunca iremos saber. O facto de dizer que "ainda não é desta" deixa-nos alguma esperança quanto ao futuro, mas como Medeiros Ferreira fala depois em "missa a metade" e, ainda hoje, estamos para conhecer a verdade sobre muitas outras missas - exemplos: Camarate, Fax de Macau, papel de Portugual no Irangate, Caso Moderna, Caso Lusíada, Caso Casa Pia - creio que os aviões da CIA irão entrar em último lugar desta ilustre lista). Nem o facto de o Ministério da Defesa espanhol ter referido a existência de um avião desses nas Lajes levou as autoridades portuguesas a reagirem (Mas, neste ponto, caro Medeiros Ferreira, qual a surpresa? Há uns anos, os franceses prenderam dois mercenários portugueses que tinham sido contratados pelas autoridades policiais de Espanha para matarem elementos suspeitos de pertencerem à ETA, naquilo que ficou conhecido como caso GAL, e o assunto também foi abafadinho por cá...).
Essa posição fechada das autoridades não será a mais inteligente (Hé pá! Estás a chamar burro ao Sócrates? Olha que ainda apanhas com um processo disciplinar...), tendo em conta que daqui a um mês haverá eleições presidenciais nos EUA (Sim... E?...) e quer Obama, quer McCain já se declararam adversários das prisões em Guantánamo, e ainda mais dos maus tratos a prisioneiros (Sim, como aliás qualquer pessoa inteligente o faria... Mas, ainda assim não estou a entender o que isso significa...) . Isso significa que, para restaurar a imagem dos EUA como 'potência benevolente', vão querer queimar as sementes dos excessos praticados pela Administração Bush e instaurar inquéritos públicos sobre essas matérias. (Hei! Hei! Espera aí!... Queres tu dizer-nos, Medeiros Ferreira, que enquanto ex-ministro socialista dos Negócios Estrangeiros, logo uma pessoa com larga experiência nestes assuntos, que se o presidente dos EUA ainda fosse o W. Bush, então o mais inteligente e correcto seria nada se fazer? Isso não se chama, deixa lá ver se encontro a palavra certa... hum... deixa lá ver... sim, hipocrisia?! Não! Em diplomacia chama-se a isso o "princípio de fidelidade à cooperação e manutenção de boas relações entre duas nações amigas". No café da minha rua é também conhecido como cobardia e baixar as calças aos norte-americanos). Ou seja, há uma batata a aquecer nas mãos dos responsáveis portugueses… (Hé pá, para citar o Astérix: Sabes onde podes meter a brassica?!)".

José Medeiros Ferreira, Professor Universitário (Ex-ministro socialista dos Negócios Estrangeiros e membro do Grupo Bilderberg)

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20080621

Ti Moreno

O meu amigo António Pedrosa mostra-nos o que é estar mesmo por dentro de uma faina... Não é nada fácil e isso está bem patente nas fotos...

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20080330

A primeira página de um jornal pode dizer muito...

... desde que a saibam ler.



"Correio da Manhã", 3 de Outubro de 2007.

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20080227

Salazar POP

Onde é que já vi isto?



Ah! Foi aqui...




Focus 387.

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