20111107

Crime com castigo é o crime perfeito

O médico de Michael Jackson, Conrad Murray, foi considerado culpado da morte do cantor e pode ser condenado a quatro anos de prisão. Lembro que Michael Jackson, na altura da sua morte, estava a preparar o espectáculo "This Is It" que iria apresentar na Arena O2, em Londres. Não era um contrato qualquer, pois estavam previstos cerca de 50 espectáculos. Sim: cinquenta (50). O artista norte-americano, ao que parece, não tinha condições físicas e psicológicas para fazer um espectáculo decente. Esse era precisamente o teor do artigo que a revista inglesa especializada em música, "Q", apresentou na capa da edição de Agosto de 2009 e que saiu para as bancas poucas horas antes da morte de Michael Jackson...



"The feature, 'Michael Jackson Unmasked' was written by Cole Moreton. It is a warts-and-all story of how Jackson was lured back to the stage that begins: 'Will he turn up? Will he sing more than a few lines? Can Michael Jackson really survive 50 shows or will his body or mind, both seemingly so fragile, disintegrate under the pressure of it all?'"

Não sei se Michael Jackson foi ou não morto de propósito - assassinado, portanto - para evitar os elevados prejuízos que iriam surgir com o candelamento dos 50 espectáculos por motivos de saúde (creio que com a sua morte, só foram devolvidos os bilhetes de uns poucos que não os quiseram guardar como recordação). Sei contudo, e disse-o logo pouco depois de ter morrido, que Michael Jackson "vale mais morto do que vivo" . Por isso, agora, com esta decisão de culpar o médico de negligência e ter previsto como condenação máxima "apenas" quatro anos, poderemos estar muito bem a assistir ao desfecho do crime perfeito...

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20090709

Michael Jackson vale mais morto do que vivo

A revista britânica de música "Q", publicou na capa uma foto de Michael Jackson que lhe daria vontade de morrer e uma reportagem bastante dura... horas antes de ser anunciado a sua morte. O caso provocou até um comunicado da parte do editor da revista, Paul Rees...



O texto da "Q" levantava dúvidas em relação à possibilidade de Michael Jackson conseguir cumprir o contrato esclavagista de 50 concertos (sim, 50, cinquenta, cinco e zero) na ArenaO2, em Londres... De facto, a conclusão a que se chega agora é a de que Michael Jackson, sem as suas limitações mentais e físicas que só provocavam cancelamentos de concertos, vale mais dinheiro morto do que vivo: "AEG promoter Randy Philips - the man behind Michael's O2 residency - says it is important everyone gets to see what would have been an 'amazing show'. Earlier this month, he said: 'The world needs to see this production. It would have been - which is the tragedy here - one of the most amazing shows ever, so at some point we want the world to see that. The sooner the better'"...

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