20110726

Um pequeno, mas necessário, esclarecimento público

É público que fui o cabeça-de-lista ao Parlamento Europeu pelo Partido Popular Monárquico (PPM) nas eleições de 2009. Declaro que não defendo, não justifico, nem sequer, por sombras, tenho qualquer simpatia com a ideologia xenófoba do confesso autor do duplo atentado na Noruega, apesar do nome do PPM constar numa lista de partidos ditos "amigos" do assassino de 76 pessoas. Mais declaro, a inclusão do PPM nessa lista só pode resultar do total desconhecimento e profunda confusão do alegado autor do manifesto. O PPM não é contra a mistura de culturas nem contra a imigração. O que certamente terá provocado a confusão na mente do assassino de Oslo é o facto do PPM apresentar-se como "o único partido inteiramente português", pois não pertence a qualquer organização internacional. O PPM não pertence, porque não precisa. O partido acredita que basta ser-se português para se ser... internacional e cidadão do mundo. Aliás, o Projecto Histórico de Portugal ainda não terminou - apesar desta República dar todos os dias aos bravos cidadãos deste belo e rico País a ideia de que é uma Nação falida. Em Portugal ainda há quem tenha o propósito de criar uma sociedade global, onde todas as religiões e todas as raças podem conviver em Paz e Harmonia. Não é uma utopia. Um dos nomes que, para mim, mais se associa a esta ideia é o do poeta/escritor Fernando Pessoa. E, no primeiro dia da campanha eleitoral ao Parlamento Europeu, fui almoçar ao Martinho da Arcada, junto à mesa de Pessoa...



... onde dei uma conferência de Imprensa a explicar os principais objectivos da candidatura: "A campanha eleitoral do PPM, de 'cariz didáctico', começou hoje 'simbolicamente' no Martinho da Arcada, no Terreiro do Paço, Lisboa, junto à mesa de Fernando Pessoa, o primeiro 'europeu português e mundial', uma referência a um poema de 'Mensagem', obra de Pessoa. No encontro com os jornalistas, Frederico Carvalho referiu a pesca, a agricultura e questões referentes a minorias étnicas como temas a abordar durante a campanha do PPM. Mais importante do que a entrada da Turquia na União Europeia, o cabeça-de-lista do PPM às eleições europeias sublinha a necessidade de se pensar o 'alargamento atlântico'. '[A entrada na UE de] Cabo Verde, por exemplo, pode parecer uma ideia estranha, mas Cabo Verde é um país onde há um encontro de culturas europeias, é praticamente uma cultura mestiça, fruto de holandeses, portugueses, italianos', sublinhou".
Ainda durante a campanha eleitoral, fui também visitar a Mesquita de Lisboa onde afirmei: "Ser português é respeitar e integrar as diferentes culturas religiosas", acrescentando que "o desconhecimento é que leva ao medo".
Face a estas evidências, fica suficientemente demonstrado que aquilo que aconteceu na Noruega, para além de ser um abjecto acto de enorme violência, é também um acto cujo propósito se figura totalmente contrário ao projecto político do PPM.

Etiquetas: , , , ,

20110525

Manifesto de campanha

Para quem ainda não sabe, sou candidato pelo PPM no círculo da Europa. Não basta dizer coisas, é também necessário apresentar-se a votos. Aqui fica o meu manifesto eleitoral publicado no "Lusojornal"...

Etiquetas: , ,

20110407

Manifesto-me por Portugal

Só existe um único grande partido em Portugal. Esse partido não se chama PSD, nem PS nem CDS, nem mesmo PPM. Esse partido chama-se AD. Foi a AD que deu a maioria absoluta a Sá Carneiro, em 1979. Sem a AD, foi depois necessário, em 1983, fazer o Bloco Central entre PS e PSD e, sem a AD, Cavaco Silva teve uma maioria relativa na primeira vez que se candidatou a primeiro-ministro, ou seja, em 1985. Foi, contudo, graças ao efeito AD da campanha presidencial do início de 1986, com Freitas do Amaral como candidato do PSD, que, em Junho de 1987, Cavaco Silva conseguiu conquistar sozinho o eleitorado da AD, esvaziando o CDS. Segurou essa maioria na reeleição de 1991, mas o PSD não iria conseguir a repetição com as eleições de 1995, altura em que o PS de Guterres obteve uma maioria relativa, aproveitando a divisão da AD e o desgaste dos meses finais do cavaquismo. Mas, Guterres nunca conseguiu convencer o leitorado da AD e, por isso, nunca teve a maioria absoluta que pretendia nas eleições de 1999. Demitiu-se em finais de 2001. Nas eleições antecipadas de 2002, Durão Barroso não conseguiu a maioria absoluta da AD, pois no CDS Paulo Portas conseguira inverter a “vampirização” do eleitorado centrista e recuperou parte dos votantes da AD para o partido. Contudo, como Barroso e Portas fizeram um acordo pós-eleitoral, nunca conseguiram usar a força plena da AD – sobretudo quando não tinham consigo o pequeno PPM para juntá-los nas diferenças. As eleições antecipadas de 2005 foram ganhas por José Sócrates que conseguiu juntar parte do eleitorado da AD ao seu PS. Afinal, a esquerda sempre criticou a maioria de Sócrates de estar mais próxima das políticas de direita – da AD - do que propriamente da sua área de origem política e social. Em 2009, com todos divididos, a AD não deu maioria absoluta a ninguém. O que vai acontecer nas próximas eleições de 5 de Junho é simples: ninguém vai ter maioria absoluta, pois não há AD. Posso, contudo, arriscar que, graças ao facto do PSD achar que poderá obter a maioria relativa e depois aliar-se ao CDS e repetir o governo de 2002, isso poderá potenciar uma subida do PS durante a campanha eleitoral. O PSD, ao recusar uma aliança pré-eleitoral com o CDS e outros pequenos partidos que, apesar de pequenos na sua expressão eleitoral são grandes nas ideias que defendem para Portugal – caso do PPM -, perdeu o eleitorado da AD. Mesmo que o plano de Coelho dê certo, duvido que aguente mais do que dois anos. Entretanto, o PS vai-se organizar. Vai eleger António Costa e, finalmente, poderá fazer um governo de Bloco Central com o PSD. Nessa altura, o líder será Rui Rio. Está já escrito há muito tempo. Não estou a dizer nada de novo. Manifesto-me, isso, sim, pois não sei se esta última solução será a melhor para Portugal. Este é um País pequeno na sua dimensão geográfica, mas grande em termos de História e de soluções. Basta ser bem gerido, basta não ser despesista e basta incentivar à produção. Basta colocar as leis a funcionar com ética e transparência. Basta de apostar em soluções erradas. Basta.

Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

20100917

Monárquicos e de Esquerda

Estou cada vez mais convencido que, juntamente com o PPM, o partido que apresenta todos os argumentos políticos e motivações sociais para que se crie a Monarquia Constitucional em Portugal é, com certeza, o PCP: "Na grave situação que o País vive, o caminho não pode ser o retrocesso ou o afundamento da continuação das opções das últimas décadas. Na senda das rupturas e avanços que marcaram os períodos mais notáveis dos quase novecentos anos da História de Portugal, na senda do projecto libertador de Abril, Portugal, neste início da segunda década do século XXI, precisa de um forte impulso de mudança. Com confiança construiremos um País de desenvolvimento, justiça e progresso social, para os portugueses de hoje e para as gerações vindouras, sempre baseado na solidariedade, na cooperação e na paz".

Etiquetas: , , ,

20100520

Daniel Estulin no Parlamento Europeu

O jornalista Daniel Estulin, autor dos livros sobre o grupo Bilderberg, foi convidado para falar no Parlamento Europeu. Há um ano, quando concorri ao Parlamento Europeu pelo PPM, fui o único candidato a chamar a atenção para este grupo: "So far the European election list of the MPP, headed by the journalist Frederico Duarte Carvalho (pictured), was the only Portuguese political party that denounced the presence of Portuguese politicians in the gathering in it’s official campaign blog".
Não sei o que Daniel vai dizer, mas ele poderia muito bem afirmar que, depois de António Guterres, Durão Barroso e José Sócrates, Portugal poderá vir a ter, em breve, pela primeira vez em 15 anos, um primeiro-ministro que não deve nada ao "Senhores do Mundo"... O mesmo já não se vai poder dizer de Paulo Rangel, que está previsto ir ao encontro deste ano em Stiges, Espanha.

Etiquetas: , , , ,

20100401

Querida Inês

Querida Inês, sei que estás numa situação aborrecida, pois vives em Paris e tens direito a um subsídio de deslocação por parte da Assembleia da República. Acredita que não tenho nada contra ti, mas como contribuinte desta República, serei sempre eu, em última análise, que terei de te pagar essas viagens. Ora, isso não me agrada muito e vou-te explicar porquê: primeiro, não fui eu quem te convidou para trabalhar Portugal: foi o PS. Depois, aceitaste ser candidata pelo "círculo de Lisboa", que é o que consta da tua ficha de deputada. És, portanto, vítima do actual sistema eleitoral que faz círculos, mas nem sempre apresenta candidatos a residir nesses locais. Já houve o caso de, por exemplo, um deputado ser natural do Alentejo, mas acabou a ser eleito pelo Porto, vê lá tu. O mais natural, contudo, era teres sido candidata pelo "círculo da Europa". Eu, por exemplo, fui candidato do PPM por esse círculo nas mesmas eleições em que concorreste pelo "círculo de Lisboa". Sendo assim, cara Inês, apesar de ser público que sempre moraste em Paris e compreendendo perfeitamente que tenhas de lá ir ao fim-de-semana arrumar a casa e fazer a comida que deixarás para as filhas ao longo da semana, alguém vai, obviamente, ter de pagar isso. É justo. Só que esse alguém não deves ser tu... nem eu. Quem deve pagar isso é quem criou toda esta confusão, ou seja, o PS, o partido que foi responsável pelo teu convite e que decidiu que irias pelo "círculo de Lisboa" quando sabiam muito bem que tinhas residência em Paris. É que eles lá no PS já ganham muito dinheiro por cada deputado na AR. Por isso, por favor, pede a eles que te paguem.
Não peças ao Presidente da Assembleia da República. E muito menos peças a mim.

Etiquetas: , ,

20090817

A luta continua...


... agora no blogue "Europa dos Portugueses", a página oficial da minha candidatura ao Parlamento Português pelo Círculo da Europa.

Etiquetas: ,

20090513

Algo ocupado

Como é do conhecimento geral, vou andar ocupado até ao próximo dia 7 de Junho. Por isso este blogue irá estar algo parado...



Tentarei, contudo, manter aqui alguns escritos mais pessoais. Até lá, sigam o trabalho político através do blogue PPMEuropa2009.

Etiquetas: ,

20090327

Quem mente? Smith ou Sócrates? E quem defende Portugal?



Se depois disto a Assembleia da República não realizar um inquérito parlamentar à actuação de José Sócrates nos últimos dias como ministro do Ambiente, então Portugal será sempre considerado um país corrupto. E não há nada pior quando tivermos de reivindicar os nossos direitos junto dos parceiros europeus. E, já agora, o Presidente da República não pode ficar calado, pois ele não é um Rei. Se fosse Rei, ficava calado e o primeiro-ministro demitia-se. Assim, como Sócrates sabe que o PR não o demite, deixa-se ficar... E com isso, o país fica mais podre... Sinceramente, começo a ficar cada vez mais farto...
Vocês não?

Etiquetas: , , , , , , ,

20090306

Uma candidatura. Uma razão.

Não é segredo nenhum que irei ser cabeça-de-lista do PPM nas próximas eleições europeias de 7 de Junho. Foi uma decisão anunciada no congresso do partido, a 13 de Dezembro passado, e cuja lista ainda em formação conta já com os nomes do Paulo Estêvão e da Aline Gallasch-Hall.

Até ao momento, optara por não trazer a discussão a este blogue, apenas porque não achava correcto utilizar um espaço pessoal para uma discussão que vai ter de ser feita em público. Contudo, numa altura em que está prestes a nascer um espaço próprio na Internet, importa esclarecer aqui alguns pontos para aqueles que, até ao momento, não sabiam ou não tiveram ainda a oportunidade de, em privado, trocar comigo algumas impressões sobre o assunto.

Poucos sabem que a Constituição portuguesa impede o referendo ao regime em que vivemos. E quem diz que isso tanto faz, não sabe do que se fala.

Sou visceralmente contra toda e qualquer falta de liberdade e abomino o absolutismo venha de que lado vier - monárquico ou republicano. Senti assim a necessidade de ser coerente com o que sempre escrevi e avancei para uma forma de luta política e pública. Tomei a decisão contra o conselho de pessoas bem próximas de mim que pediam para não me prejudicar ainda mais. Escolhi um pequeno partido, praticamente sem qualquer hipótese de sucesso, mas com o qual aprendi a identificar-me - sobretudo quando, já depois de ter escrito o ensaio político “Eu Sei Que Você Sabe” compreendi que muitos dos nossos problemas democráticos não remontam apenas ao dia 25 de Abril de 1974, mas também a 2 de Julho de 1932, dia em que D. Manuel II morreu no exílio, sem sucessão, em Inglaterra. Dias depois, Salazar tomou posse como presidente do 8º governo da ditadura militar e aproveitou a falta de uma solução política na sucessão do Trono Português para cimentar a ditadura do Estado Novo. E os vestígios dessa ditadura ainda continuam expressos no actual texto da Constituição Portuguesa. É por haver monarquias no seio da União Europeia, mas esse direito estar vedado a Portugal, que parto para esta luta que, espero, venha a permitir responsabilizar e a questionar uma República que já aprovou 10 milhões de euros para se auto-celebrar sem direito a ser questionada.

O 25 de Abril não teve uma descolonização exemplar, apenas a “possível”. O 25 de Abril ainda não nos deu o desenvolvimento prometido porque falta cumprir um outro “D” que Abril nos abriu: Democracia. Democracia é não rejeitar referendos que nos possam permitir ter um regime que, já depois da nossa Revolução dos Cravos, nasceu mesmo aqui ao lado, em Espanha.

Quando hoje ouço portugueses a escarnecer das qualidades de regimes monárquicos na Europa, fico com pena da lavagem cerebral feita por 100 anos da propaganda republicana misturada com Ditadura. É que há muitos portugueses que, neste momento, têm de se sujeitar aos piores trabalhos, longe da boa comida portuguesa e do aprazível sol pátrio, para poderem ganhar a vida em países como Espanha, Inglaterra, Bélgica, Holanda ou Luxemburgo. E quando comparam o nosso o nível de vida ao dos suecos, dinamarqueses e noruegueses, esquecem-se que qualquer um destes países é uma monarquia como aquela que nos querem negar como alternativa ao Estado que temos.

Um país só prospera quando há transparência democrática, quando são criados entraves à corrupção nas cúpulas e, na maior parte de vezes, isso só é atingível quando o chefe de Estado serve o povo acima dos partidos políticos. Tal não acontece em Portugal. Em suma, defendo que a eleição do Presidente da República, que continua a emanar de dentro de aparelhos partidários com óbvios prejuízos para a transparência da vida pública, seja afastada da equação política em Portugal. O Rei deve reinar com o apoio do povo e o governo deve governar para interesse do povo. Escolher viver em Monarquia será um desafio de modernidade e não um retrocesso ao passado.

Numa altura em que o actual regime que governa Portugal está prestes a cumprir 100 anos, as eleições europeias surgem como o momento ideal para o PPM fazer passar uma mensagem de liberdade para os Portugueses. Votar PPM nas próximas eleições de 7 de Junho não vai trazer a Monarquia no dia seguinte, mas vai permitir entregar a um pequeno partido uma voz que não se vai calar.

O PPM tem passado. Foi o primeiro a falar de ecologia em Portugal e pode continuar a fazer isso no Parlamento Europeu, sobretudo agora que o tema há muito passou de assunto de moda e é uma preocupação do presente. É também um partido da terra, que sempre defendeu o desenvolvimento sustentado. É reconhecidamente um partido de cultura que gosta do que é nosso e defende-o como património mundial. É um partido que compreende os agricultores, quer empresários livres e está contra todo o tipo de entraves que impeça uma livre iniciativa sustentada em regras sociais a favor do bem comum. É um partido que ama a liberdade, a cidadania. Precisa da liberdade para sobreviver, como qualquer um de nós.

Em breve direi qual será o endereço electrónico onde poderão seguir, comentar e contribuir para esta luta. Até lá, por fim, importa esclarecer uma notícia que surgiu ontem sobre o facto do salário mensal de um eurodeputado ser agora 5963 euros líquidos, quando, anteriormente, era de 2525 euros.

Que fique bem claro que, quando me candidatei, nem sequer sabia qual seria o salário, pois as hipóteses de poder vir a ser eleito eram nulas. O partido era pequeno, sem dinheiro e iria ser difícil ultrapassar a barreira da Comunicação Social para difundir a mensagem - já houve dois comunicados que não tiveram eco na Imprensa. Mas, o passo fora certo no sentido de não ser mais possível calar a angústia da falta de liberdade em Portugal. A candidatura tem o grande mérito de oferecer algum alento a quem todos os dias se debate com essa falta de liberdade no dia-a-dia. E, infelizmente, são cada vez mais...

Quando o PS há dias resolveu apresentar como candidato o constitucionalista Vital Moreira e quando Elisa Ferreira diz que quer ser Presidente da Câmara do porto, mas que primeiro vai garantir o “tacho” em Bruxelas, e quando o PSD ainda não decidiu que candidato apresentar, algumas das vozes que me criticavam passaram, estranhamente, a dizer: “Olha que arriscas-te a ser eleito!”. Outros pedem-me: “Não te cales, sei que não te vais calar quando lá chegares. Fala por todos nós!”.

O salário de europedutado é agora um salário único, independentemente do país que representem. Foi aumentado para os portugueses, mas diminuído para os italianos. E os búlgaros tiveram um aumento maior do que o nosso: "Neste quadro, entre os mais de setecentos deputados da assembleia comunitária, persistem disparidades salariais que vão desde os 900 euros auferidos pelos deputados búlgaros aos cerca de 12 mil que ganham os italianos, os mais bem pagos de todo o PE".

Faz parte de regras igualitárias. Não é uma benesse, mas sim uma maior responsabilização de quem vai lutar no seio da UE.

Na altura do voto, que pensem os portugueses que, mesmo que nesse dia troquem uma ida à mesa de voto por mais uns raios de sol na praia, haverá na mesma 22 eurodeputados que vão ganhar aquele salário. Resta é saber se os eleitores não se importam que sejam políticos anónimos, dos mesmos partidos de sempre que apostam precisamente no desinteresse e na alienação dos portugueses para a sua eleição, ou se será um eurodeputado do PPM, chamado Frederico Duarte Carvalho, e que não se calará.

Etiquetas: , ,

20090122

Resistência

20090101

O medo que a República ainda tem



Programa "Prós e Contras", 10 de Março de 2008. Na reportagem de abertura do debate, atentem, por exemplo, à resposta do líder da bancada do PS na Assembleia da República, Alberto Martins, depois do PPM ter proposto um voto de pesar pelo assassinato do Chefe de Estado português e do seu filho 100 anos antes. É no minuto 5.12: "Este voto seria, se votado favoravelmente, objectivamente seria um voto contra a República e por isso votamos contra". É incrível como uma simples proposta de um pequeno partido faz abalar aquela casa dita da Democracia. Fraco regime este, que ainda teme fantasmas com 100 anos. Pobre país este que assim não se consegue projectar no mundo... Mas, em 2009 algo vai mudar.
Tem de mudar.

Etiquetas: , , , ,

20070716

O último...



... fui eu.

Etiquetas: ,