20071110

O "Maddie 129" descodificado

Estive ontem no lançamento do livro do Hernâni Carvalho e do Luís Maia, o "Maddie 129" (Prime Books). O livro é um trabalho jornalístico sobre os 129 dias que os McCann estiverem em Portugal desde o desaparecimento da filha até ao momento em que partiram para Inglaterra, dois dias após terem sido constituídos arguidos. O Hernâni, sabendo que, às vezes (apenas às vezes), sou capaz de descobrir pistas que passam despercebidas aos olhos de muita gente e de também identificar significados ocultos onde ninguém sonha vê-los, desafiou-me a "descodificar" este livro. Aceitei o repto. Nota-se que a capa é uma calçada. Começa por haver uma luz no alto e acaba na mais profunda escuridão no fundo, como que se algo estivesse enterrado debaixo daquelas pedras. É um trabalho interessante do autor da capa, de seu nome Luís Paixão. Até aqui, nada de especial...



Ao olhar com mais atenção para a capa, contudo, reparei na estranha mensagem que surgiu quando se faz a divisão das seis letras do diminuitivo da menina desaparecida. Foi algo que sempre estivera à nossa frente, mas nunca tinha reparado até este momento em que vi as letras brancas debaixo daquele fundo negro...




E será que os números 1, 2 e 9 também encerram algum significado oculto?




Constatei depois que existe ainda uma daquelas coincidências "divinas" quando, na página com o mesmo número do título, 129, surge a citação da Bíblia que Kate estava a ler e que tanto intrigou a nossa Polícia Judiciária...



Se calhar não seria uma má ideia explicar tudo isto, assim como outros detalhes desta história, num outro livro. Provavelmente num romance, daqueles onde se pode dizer toda a verdade, mas apenas debaixo da capa da ficção.
Fica aqui o desafio...

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11 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

excelentes observaçoes

RS

10 novembro, 2007  
Anonymous Ana Borges disse...

Este Frederico está cada vez mais apuradinho...
Não quer vir jantar comigo?

10 novembro, 2007  
Anonymous Anónimo disse...

oh raios...
entao e eu:)
se for para cUmer e bUber e abrir uma rEvista, contem comigo

RS

11 novembro, 2007  
Anonymous ibis disse...

Diabos vos levem(salvo seja)!
Qual Sherlock,qual Aghatha.
Desassossegam qualquer mente mais serena!
Já estava a sentir falta ...

11 novembro, 2007  
Blogger Motim disse...

Quem disse que os blogues não dão para conhecer miúdas?

11 novembro, 2007  
Blogger silvio disse...

"natã" ? parece satã :-)
curiosidade..

eu tenho a teoria que eles mataram a filha , numa espécie de "sacrificio", ou seja deram a a filha a alguma rede pedofilo, tenho uma intuição que o jerry mcCANN anda metido nessas redes, e alguem quiz a filha deles para pagar alguma "dívida" ou se vingarem de algo que eles fizeram, etc etc

e este caso nunca será deslindado porque poderiam surgir á tona muitos nomes "importantes", reparem que so mcCANN têm amiguinhos importantes no governo britânico que andam a favorecê-los nesta investigação e a meter rédea-curta aos policiais

17 novembro, 2007  
Anonymous Anónimo disse...

os pais sabem o que aconteceu à Maddie.Porque eles não podem contar?Os amigos sabem o que aconteceu naquela noite.Porque eles não podem falar?Parece o filme"DE OLHOS BEM FECHADOS"com Nicole Kidman;só que agora todos estão é com as bocas bem fechadas.Pobre criança.

21 novembro, 2007  
Anonymous Figueiredo disse...

Tinha este txt alojado algures na caixa de mail. + 1 p o arquivo morto do FDC. Abraço. F.

"MADDIE NUNCA ESTEVE EM PORTUGAL! PROVAVELMENTE NEM NUNCA EXISTIU!
Num relatório recente, elaborado por uma equipa de investigadores privados europeus, concluiu-se não haver fundamento para o prosseguimento das buscas tendentes à localização de Madeleine McCann. Tal relatório assenta em diversos depoimentos de clientes do Ocean Club, em Lagos (Portugal), no momento do alegado desaparecimento de Maddie e de muitos habitantes da Aldeia da Luz, os quais referem unanimemente nunca ter visto a família com três crianças, mas apenas com duas. Tal facto tem sido escondido da opinião pública, sendo apenas conhecido das empresas de comunicação que asseguram a boa imagem pública da família McCann. O estudo, que sairá a público nos próximos dias, antecipava até a dúvida sobre a própria existência da pequena Maddie. Com efeito, tendo ficado demonstrado no processo de investigação que Gerry não é o seu pai biológico, existem fortes indícios de que as amostras de ADN não sejam de qualquer criança, mas apenas de sua mãe. Tal situação explica, segundo os investigadores, a correspondência do sangue encontrado no veículo automóvel alugado 21 dias depois do forjado "desaparecimento", com o da pretensa "mãe" de Maddie. Por outro lado, e segundo revela o relatório, não há qualquer indício de que o casal tenha entrado em Portugal com três crianças, nem foi até agora descoberto qualquer registo de nascimento de alguma criança com o nome de Madeleine McCann, filha do casal.
Esta convicção dos investigadores assenta ainda em informações prestadas por amigos pessoais de Clarence Mitchel, porta-voz do casal McCann, e de alguns dos seus colaboradores directos. Segundo estes, "Maddie" - figura imaginária - seria um instrumento para a criação de um fundo de solidariedade internacional, projecto há muito desenhado pelos McCann. Obtido esse fundo, e resguardado o mesmo em sistema bancário seguro, os McCann contratariam gabinetes de comunicação e advogados dos países envolvidos na operação com o fim de os protegerem de uma eventual retaliação por parte dos beneméritos do referido fundo. Mas o relatório vai mais longe: o esquema da operação compreenderia um fundo visível e um fundo privado da família McCann, sendo que o montante que este geriria - e que corresponderia à maioria das dádivas - seria apenas conhecido do casal. Desta forma, o valor dos montantes doados levado ao conhecimento público seria substancialmente inferior ao efectivamente recebido. Estes factos, aliás, são do conhecimento dos Governos dos países visitados pelos McCann no seu "road-show" para obtenção de fundos. Daí que o casal nunca tenha sido oficialmente recebido. Note-se que, apesar de, em termos de opinião pública, ter sido referido que o Santo Padre Bento XVI teria recebido o casal em audiência privada, tal audiência nunca ocorreu, havendo apenas uma fotografia, sabiamente captada, na Praça de São Pedro, em Roma, na qual figura o casal McCann saudando o Papa quando este circulava a pé junto do público que semanalmente enche a referida Praça aquando das audiências públicas.
As autoridades policiais estão a analisar com a máxima discrição este relatório, procurando encontrar conexões entre os doadores dos fundos com redes internacionais ligadas ao tráfico de armas e de estupefacientes e bem assim, a investidores imobiliários de Marrocos e do sul de Espanha."

09 dezembro, 2007  
Anonymous Anónimo disse...

Na minha opinião a "Maddie" nunca irá aparecer em lado algum e aliás os Mccann's certifiaram-se disso antes de abandonarem o país.Embora os cães não possam servir como prova...a verdade é que cheiraram odor de sangue e odor de cadaver nomeadamente na chave e bagageira do carro 25 dias após o desaparecimento da criança!!!qual a explicação para tal?Os Mccann's bem sabem...

16 dezembro, 2007  
Anonymous Anónimo disse...

Alguém em cima terá dito "excelentes observações"!

Bem eu serei obrigado a discordar!
Mas agora já tão a insinuar que os pais da Maddie já planeavam a morte dela desde que escolheram o nome? É uma ideia completamente absurda na minha mais sincera opinão!
É de reparar que os pais nunca a trataram por Maddie mas sim SEMPRE pelo nome completo! Os media portugueses é que inventaram este diminutivo.
Enfim...

22 dezembro, 2007  
Anonymous Anónimo disse...

O senhor Frederico às vezes deve ficar cansado com o que dizem certos leitores, não? Que eu tenha visto não creio que alguém tenha insinuado que os pais tenham planeado a morte da criança quando ela nasceu ao darem-lhe aquele nome. Madeleine tanto pode ter "MADDY" como diminuitivo como "MADDIE"... esta última é que foi uma escolha dos jornalistas... Eles é que optaram por a "matar"!...

23 dezembro, 2007  

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