20090409

Se não foi de propósito...

Chamem-lhe o que quiserem, mas mesmo um chefe de polícia muito estúpido teria grandes dificuldades em levar à vista documentos sobre uma operação anti-terrorista para um encontro com o primeiro-ministro. As pastinhas escuras com insígnias muitos vistosas há muito que fazem parte dos adereços de qualquer cão-de-guarda... Ou realmente a operação era uma treta para distrair o povo da crise e manter a regra do medo, ou então era mesmo para provocar o despedimento...






... e permitir a chegada do novo chefe...

Etiquetas: , , , , , , ,

20090306

A verdade está algures...

20071017

O que diz Leamas



O Basílio, do Mote para Motim, deixou-me o seguinte comentário no texto sobre David Shayler: "Há dois anos atrás David Shayler e a mulher (tb ex-agente) disseram que havia dedo do MI5 nos atentados de Londres, na morte da Diana e noutros assassinatos. Depois parece que ele começou a passar-se da cabeça...".
Bem, Basílio, que o MI5 colocou o dedo isso é óbvio. Mas Shayler há muito que devia saber que os agentes do serviços secretos não são monges que julgam o que está certo ou errado. John Le Carré já o explicara no "O Espião que Veio do Frio" através do personagem Alec Leamas (Richard Burton na adaptação ao cinema, em 1965): "What the hell do you think spies are? Moral philosophers measuring everything they do against the word of God or Karl Marx? They're not! They're just a bunch of seedy, squalid bastards like me: drunkards, queers, hen-pecked husbands, civil servants playing cowboys and Indians to brighten their rotten little lives. Do you think they sit like monks in a cell, balancing right against wrong?".

Etiquetas: , , , , , ,