20081022

Elogio do elogio

A "Focus" está hoje duplamente de parabéns. A primeira razão é óbvia, visto que cumpre 9 anos de existência. Mas, a capa desta semana é o elogio do elogio, que é algo que nós portugueses, muito dados à inveja, não fazemos com a devida frequência. A maioria acha que somos geridos por chefes incompetentes – que fazem fracos os competentes trabalhadores –, acreditam que temos administrações musculadas, construídas na base do medo, intimidação e desrespeito pelas relações profissionais. A "Focus" desta semana apresenta um trabalho – original versão alemã – que explica o imenso poder do elogio. Basta uma palavra de apreço para, como explica o cientista Henning Scheich do Instituto Leibnitz, de Magdeburgo, ser “extremamente potente” para estimular o centro de recompensa cerebral e produzir endorfinas, as hormonas da satisfação e felicidade que são um autêntico ópio natural. Segundo as estatísticas, cerca de 56 por cento de 10 mil trabalhadores europeus inquiridos queixaram-se de não ser reconhecidos pelas suas chefias. Sem contar o que isso é prejudicial para a saúde dos trabalhadores e para a falta de produtividade dos mesmos...



Assim, feito o elogio à capa da "Focus", fica aqui o elogio a todos os que trabalham nela. Elogio de forma particular o editorial que assina hoje o director Carlos Ventura Martins, pessoa cujo padrão moral dispensa apresentações...



Elogio ainda os meus superiores do passado, Frederico Valarinho e João Vasco Almeida que apostaram forte na reportagem de há dois anos sobre Camarate – e fez a "Focus" vender 30 mil exemplares – sendo este um tema que ainda hoje desperta o interesse do público…



Elogio igualmente o Nuno Ramos de Almeida, que também foi meu director e cuja fotografia hoje vi no “24 Horas”, a trabalhar na Praia da Luz no documentário sobre o desaparecimento de Madeleine McCann que será apresentado pelo ex-coordenador da PJ, Gonçalo Amaral. Afinal, o Nuno era o director da “Focus” quando estive na Praia da Luz a fazer a cobertura do mesmo caso e resultou depois no livro de ficção “O Enigma da Praia da Luz”…



Elogio, por fim, o “24 Horas” – diário que vi nascer e ajudei a crescer - que, a propósito do assalto à casa de Miguel Sousa Tavares…



... recordou um caso semelhante com o Luís Miguel Rocha e assim publicou a fotografia que eu lhe tirei em Roma, quando foi apresentar a edição italiana do seu “O Último Papa”...

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20081002

O Último Papa - Questões 30 anos depois

20080506

Luís, é a glória!

Ser-se tema de uma pergunta do "Quem Quer Ser Milionário" não é para todos... O Luís Miguel Rocha foi-o hoje...



O concorrente, um jovem de 21 anos, não soube responder e, ainda por cima, optou por eliminar a obra mais conhecida do Luís: escolheu o livro "O Último Papa"... O próprio Jorge Gabriel confessou que é um dos livros que anda a tentar acabar de ler...
Aproveito a oportunidade para relembrar que, a edição inglesa, vai ser editada nos EUA em Agosto... Soube igualmente que a Ediouro vai publicar a obra no Brasil e, entretanto, podem apreciar o catálogo de Primavera da Putnam...


(Sim, a foto do autor é da autoria deste vosso servo... o "Federico")

Mesmo sem que o concorrente tivesse acertado - ainda assim, ele levou 7.500 euros para casa -, Luís, é a glória em todas as frentes!
Parabéns!

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20070901

Mais um do Luís...

Desta vez, Luís Miguel Rocha fala do atentado ao Papa João Paulo II... A partir do dia 10.

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20061010

À frente do Paulo Coelho

Sei que vou criar mais ódios, mas constato que o Luís Miguel Rocha, hoje, surge à frente do Paulo Coelho no "top" dos livros mais vendidos na Fnac. Digo isto porque acho digno de notícia. O facto dele ser meu amigo é apenas uma coincidência...

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20061004

Mas querem mesmo documentos secretos do Vaticano?

Então vejam aqui e aqui...

Ainda sobre o Papa revolucionário...

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Convite papal...

Amanhã, feriado do 5 de Outubro (data do Tratado de Zamora), irei estar às 18.30 na Fnac do Colombo para fazer a apresentação do livro que está neste momento no segundo lugar do Top de vendas desta cadeia de lojas culturais. Não preciso dizer mais nada.

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20061003

Bispo da Pílula, Papa do Sorriso

O meu amigo Luís Miguel Rocha tem sido atacado por alguma Imprensa portuguesa e blogs quanto ao livro "O Último Papa". Há quem diga que tudo não passa de uma boa acção de marketing e que não existem documentos. Há depois quem ache que o livro está mal escrito.
Quanto à questão dos documentos, apenas tenho a dizer que eu, por exemplo, apresentei documentos sobre Camarate e nem por isso houve notícias nos jornais!... E o segredo de Fátima que o Luís diz ser o verdadeiro, é tão bom ou até melhor do que aquele que o Vaticano quer que nós acreditemos... Por isso, quanto a questões de ver para crer, estamos de momento falados.
Quanto à qualidade literária, enfim, isso é a opinião de cada um. Eu gostei...
Agora, quando li este texto no "Público":...



... um texto onde o jornalista informa os leitores que pagaram pelo jornal que "em 1978, as questões da Igreja não eram a doutrina sobre a pílula, os gays ou o sacerdócio feminino", isso obriga-me a voltar a ser "petulante"...
Como sabem, estive em Roma a acompanhar a apresentação do livro junto da Imprensa italiana. É claro que também por lá perguntaram se isto não seria uma acção de marketing - ao que o Luís respondeu com um simples: "Estou aqui a dar a cara"... Mas ninguém em Itália se lembrou de contestar as posições do Papa João Paulo I que o Luís revela no livro.
Na noite anterior à apresentação, assistimos a um documentário sobre Albino Luciani na RAI3. Um documentário que apresentou um Papa que poucos conhecem. Em 33 dias ele mostrou que sabia comunicar e dominava as técnicas de comunicação em público. Aquilo que dizem que joão Paulo II foi mestre, Luciani foi iniciador... Vimos, por exemplo, um diálogo que o Papa manteve com uma enorme plateia de fiéis graças à ajuda de uma criança. Ouvimos ainda as palavras que condenavam a opulência. O "Papa do Sorriso" queria uma igreja transparente em termos finaceiros - e a pessoa que Luciani queria despedir era um bispo norte-americano, chamado Marcinkus, que dizia que não se podia governar o Banco do Vaticano com "Avé Marias"...
Depois vimos alguém classificar o futuro Papa de "revolucionário". Algo que já vinha desde 1968, dez anos antes da sua morte.
Foi nesse ano de 68 que Albino Luciano, o futuro Papa João Paulo I, ficou conhecido como o Bispo da Pílula!...

"'I assure you,' Luciani told the pastors, 'the bishops would be extremely happy to find a doctrine that would declare licit the use of contraceptives under certain conditions ... If there’s only one possibility in a thousand, we have to find this possibility and see if maybe with the help of the Holy Spirit we can discover something that previously escaped us.'
In a recent interview, Msgr. Mario Senigaglia, Lorenzi’s predecessor as Luciani’s secretary, recalled that his stand was well known. In fact, he said, some Italian wags referred to Luciani at the time as 'the bishop of the pill'."

É isto o que o jornalista do "Público" não quer que se saiba!
E porquê?...

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20060930

Pronto, o livro já foi lançado...




... e agora só falta aguardar pelas provas!

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20060929

Sim... também estive em Roma

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20060928

Enquanto o Papa não chega a Lisboa...


Em Itália já se fala disso... ...

"Corriere della Sera", 29 de Setembro de 2006, pág. 29.

E também em Espanha... ... ... ...

E Portugal... ... ...

"JN", 28 de Setembro de 2006, pág. 61.

"DN", 29 de Setembro de 2006, pág. 22.

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20060927

Ir a Roma e ser o Papa



Luís Miguel Rocha esteve ontem em Roma na conhecida sala da Associazione della Stampa Estera in Italia para apresentar o seu livro "La Morte del Papa" e explicar aos jornalistas aí presentes toda a verdade sobre a morte do Papa João Paulo I.



Segundo o escritor português, João Paulo I foi assassinado na madrugada de 29 de Setembro de 1978, ao fim de 33 dias em funções. A sua morte foi resultado de uma conspiração interna no Vaticano devido a questões monetárias do Banco da Igreja.



O livro, cujas edições em espanhol e italiano chegam amanhã às livrarias, ao mesmo tempo da edição portuguesa, tem publicidade nos autocarros de Roma que vão em direcção à Praça de S. Pedro. A edição em Itália está a cargo da Cavallo di Ferro, a secção italiana da editora portuguesa Cavalo de Ferro. Esta é a mesma editora italiana de, por exemplo, "Equador", de Miguel Sousa Tavares.

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