20070925

Um PSD (País Sem Direcção)

Como se chegou ao actual estado da política?
Ao fim de 30 anos de democracia os portugueses esqueceram-se que, quando lhes nasce um filho, este tem atrás de si 800 anos de História. Deixaram de saber que o actual estado das coisas remonta a um atentado ao Chefe de Estado no Terreiro do Paço que fará 100 anos daqui a seis meses. Por causa disso tiveram 20 anos de República falhada, quase 50 de ditadura bem sucedida e mais 30 de democracia que, agora que estão esgotadas as fórmulas de gestão dos mesmos de sempre, deixa cair a máscara e mostra a verdadeira face do engano. Não produzimos nada nestes últimos anos. E Portugal, esse país tão rico, mas tão rico mesmo que prova disso é o facto de ainda hoje ter tanto para ser roubado, deixa partir os filhos pródigos e, quem fica, fica triste por não poder partir. É um país que anda perdido no seu rumo. Mas isto não vai durar sempre, olhem que não...

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9 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Esse teu estado depresiivo também não vai durar sempre, olha que não...

25 setembro, 2007  
Anonymous Anónimo disse...

com dois ss e não com dois ii, aliás...

25 setembro, 2007  
Anonymous Anónimo disse...

Imaginemos que os pais daquela criança nasceu em território português, cresceu em Portugal, estudou.. casou e... os pais eram ucranianos???
Terá ela uma história de 800 anos??
Se não, é ele menos português?

26 setembro, 2007  
Anonymous Patriota disse...

"Anónimo", essa pessoa é que diria se se sente ou não portuguesa, se quer ou não ser portuguesa, se conhece e se identifica com os tais 800 anos de cultura e de História portuguesa. Qual é a dúvida? E a que propósito vem uma pergunta xenófoba como essa?

27 setembro, 2007  
Anonymous Soraia Borges disse...

Por acaso a pergunta do anónimo faz todo o sentido e não é xenófoba. É claro que a criança que ele diz é completamente portuguesa. Mas os anos de história dos pais dela, na Ucrânia (que por acaso até tem mais anos história do que Portugal), transitam para o filho?
Essa coisa dos 800 anos de história do nosso país às vezes até chateia, tornámo-nos nisto e agora orgulhamo-nos da nossa história? É a velha história: "somos uma merda mas já fomos grandes..." E daí?
E mais, 800 anos de história não é muito, pensemos em civilizações do médio oriente por exemplo, metem-nos num chinelo!
Sejamos coerentes!

27 setembro, 2007  
Blogger para mim disse...

Cara Soraia, ser-se português é ser-se cidadão do mundo, isso foi o que 800 anos de história somados com uns poucos poemas de Fernando Pessoa ensinaram aos humanos. Universal. Quanto ao destino dos que são obrigados a viver em sociedade neste torrãozinho de açúcar chamado Portugal, há um exemplo a dar aos filhos e futuras gerações - e a todos os que quiserem aqui viver - que é o de aprender a preparar 800 anos de futuro. As culturas orientais têm muitos mais anos, é verdade, mas actualmente não creio que sejam tão universais quanto isso. Para o serem bastava-lhes sentirem-se portugueses, ou seja, cidadãos do mundo...

27 setembro, 2007  
Anonymous Soraia Borges disse...

Ora Frederico!

Isso sim!!
É ser-se xenófobo!
Ser-se português é ser-se cidadão do mundo?!
Sejamos coerentes mais uma vez.
Se se é cidadão do mundo que importância tem ser-se português?
Ou só os portugueses é que são cidadãos do mundo?
Então e os outros?
Só serão cidadão do mundo se forem portugueses??
Isso é uma contradição, pense bem nisso e veja lá se não está a ser xenófobo e demasiado patriótico para quem se julga um cidadão do mundo!

27 setembro, 2007  
Blogger Flávio Gonçalves disse...

Mau feitio esta Soraia. Se calhar preferia um Portugal arianozinho? Ou africanozinho?

Ou então é fanática do SOS Racismo e vê xenofobia mesmo quando uma pessoa diz que é de tal país, prefere se calhar que um gajo diga que é terrestre, do planeta terra, e chega?

E se houver marcianos? Pimba, xenofobia outra vez carago.

Então, somos universalistas. Pode ser? Mas... e se houver mais que um universo???

O meu país faz-me mal...

27 setembro, 2007  
Anonymous Patriota disse...

Soraia, para mim (que às vezes também tanto faz) ser português é amar Portugal e a sua História, tradições, cultura.
Portanto uma criança filha de pais ucranianos pode, quando crescer, identificar-se apenas com a cultura dos seus pais, e não se sentir nada portuguesa; ou pode, pelo contrário, abraçar por completo a nossa cultura e ser ainda mais portuguesa que a Soraia!

27 setembro, 2007  

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