20030815

Uma teoria para a conspiração

Rangel deixa a SIC em Setembro de 2001, pouco depois do 11 de Setembro e da quebra do mercado publicitário. Em menos de 72 horas vai para a RTP. Estava tudo programado? Enfim, o seu antigo patrão reformulou o xadrez, distribuíu as suas peças. Despediu quem quis. Rangel trabalhou, mas estranhamente (ou talvez não) foi o PSD que ganhou as autárquicas. Guterres diz que não está para aturar mais aquilo e, se é assim que querem, então vai embora. Estranhamente, escolheu mal o timing naquele dia de Dezembro, pois Paulo Portas ainda não tinha reconhecido a sua derrota nas autárquicas, mas só surge na televisão depois da saída de Guterres (será que o PS pensava que ao dar a vantagem ao PP, mais do que unir a Direita, o PP iria desunir o eleitorado e manter uma boa votação na esquerda? É uma possibilidade). Depois, chegam as legislativas. O partido do antigo patrão de Rangel ganhou. Rangel sai da RTP, mas só depois de uma campanha destinada a reformular a TV do Estado (2-0 para o privado). Queima-se Rangel mas tanto lhe faz, pois em menos de um ano empochou 400 mil contos (Grande coisa! É quanto ganha um puto de 18 anos português que foi agora trabalhar para Inglaterra). Rangel sai da RTP e vai para uma universidade. Quem temia a concorrência da RTP ganhou. Agora falta ter um diário com notícias e... uma rádio. A TSF seria a cereja no topo do bolo. Por isso é preciso emagrecer a coisa. E, "who do you gonna call?" Mr. Rangel himself! Isto deixará de ser teoria da conspiração quando descobrirmos quem vai ser o novo patrão.

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