Merecer o que se tem
"O Primeiro de Janeiro" que saiu hoje para as bancas foi feito por uma redacção secundária - e não contratada de raíz. Acham que podem fazer aquilo aos 32 camaradas da redacção de "O Primeiro de Janeiro" que ainda não foram despedidos de forma legal porque "esta equipa não tem nada a ver com isso (despedimento da redacção do Janeiro) e quer apenas trabalhar".
E o que foi que disse o Sindicato dos Jornalistas?
Disse que é "uma vergonha"...
Mas, assim todos têm o que merecem:
1 - Temos um presidente de sindicato que, face a uma situação de despedimento ilegal de 32 jornalistas, foi de férias como estava agendado e não as adiou para mostrar um sinal claro de que a situação era muito grave.
2 - Há um jornal hoje na rua que foi feito de forma ilegal e nenhum jornalista ainda no activo, mas proibido pelo patrão de trabalhar na edição, se lembrou ou teve a coragem de mandar apreender a edição de hoje recorrendo a uma providência cautelar.
3 - O Sindicato, em vez de censurar publicamente os jornalistas que aceitaram substituir os 32 camaradas ilegalmente despedidos apenas disse que "é uma vergonha".
4 - O responsável da tutela, o ministro Santos Silva, também ainda não foi chamado pela restante Comunicação Social a pronunciar-se sobre a manobra dos proprietários de "O Primeiro de Janeiro".
5 - Os leitores, que ainda existem, último elo da cadeia, foram comprar um jornal feito de forma ilegal. E pagaram.
Está visto. Têm todos o que merecem. Não vou ser eu o último herói...
E o que foi que disse o Sindicato dos Jornalistas?
Disse que é "uma vergonha"...
Mas, assim todos têm o que merecem:
1 - Temos um presidente de sindicato que, face a uma situação de despedimento ilegal de 32 jornalistas, foi de férias como estava agendado e não as adiou para mostrar um sinal claro de que a situação era muito grave.
2 - Há um jornal hoje na rua que foi feito de forma ilegal e nenhum jornalista ainda no activo, mas proibido pelo patrão de trabalhar na edição, se lembrou ou teve a coragem de mandar apreender a edição de hoje recorrendo a uma providência cautelar.
3 - O Sindicato, em vez de censurar publicamente os jornalistas que aceitaram substituir os 32 camaradas ilegalmente despedidos apenas disse que "é uma vergonha".
4 - O responsável da tutela, o ministro Santos Silva, também ainda não foi chamado pela restante Comunicação Social a pronunciar-se sobre a manobra dos proprietários de "O Primeiro de Janeiro".
5 - Os leitores, que ainda existem, último elo da cadeia, foram comprar um jornal feito de forma ilegal. E pagaram.
Está visto. Têm todos o que merecem. Não vou ser eu o último herói...
Etiquetas: O Primeiro de Janeiro, vergonha nacional

