20030909

O 11 de Setembro na ficção

Depois do 11 de Setembro, falou-se imenso sobre filmes e livros que já tinham anteriormente abordado a temática. Exemplos de um ataque a Nova Iorque e outro à Casa Branca iam desde o filme "Independence Day" a Tom Clancy, autor de livros de espionagem.

Mas ninguém falou de um filme de 1971 com Sean Connery, "The Man With The Deadly Lens", realizado por Richard Brooks, onde o actor escocês faz o papel de um jornalista que, no fim da história, descobre duas malas com dispositivos atómicos que a CIA colocara no topo das TORRES GÉMEAS, para depois o presidente dos EUA poder declarar guerra contra um lí­der Árabe... Arrebatador!

Outra obra que ninguém abordou foi a Banda Desenhada de Frank Miller e Dave Gibbons, "Give Me Liberty", no qual a personagem principal, Martha Washington, nascida em 1995, assiste ao triunfo de um presidente dos EUA fascista que consegue inclusive mudar a constituição de forma a poder ser reeleito pela terceira vez. Entretanto, a Casa Branca é atacada e morrem todos os membros do gabinete, excepto o presidente (que ficou em coma) e o secretário de Estado da Agricultura, que se tornou assim no legítimo presidente. Até que o outro despertasse.
O novo presidente revela-se um homem de bem e, inclusive, ganha o Prémio Nobel.
Porém, devido a pressões das multinacionais acaba por ceder à  bebida e é manipulado de forma a ter de assinar uma ordem executiva onde decreta um ataque, em solo norte-americano, contra a Nação Apache, e diz mesmo que os militares terão de inventar como pretexto o facto de esses "terroristas" andarem a planear um ataque nuclear contra Washington.
O livro de Frank Miller, publicado em 1990, tem ainda uma outra coincidência: esta ordem foi decretada a 11 de Dezembro de 2011. E devia ser levado a cabo ao nascer do sol... com um ataque de um poderoso raio laser vindo do céu...
A história de Martha Washington continua com a descoberta de que o novo presidente tinha levado a cabo tal acção contra o seu próprio povo, e isso provocou uma guerra civil.
O presidente seria morto na Sala Oval pelos mesmo homens que o levaram àquela situação.
Foi morto com facadas... tal como Júlio César.
Para esconderem o crime, os membros do gabinete fazem depois explodir a Casa Branca.
A solução para pacificar o país foi depois retirar o cérebro do corpo do antigo presidente e elegê-lo!... Arrebatador!
Só que tudo isto é ficção...
Por exemplo, o actual presidente dos EUA, segundo dizem, nem sequer terá cérebro!...

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