Não há crimes perfeitos
Antes de cometer o crime perfeito é necessário descobrir primeiro a pessoa que irá ser condenada no nosso lugar. Só que é difícil garantir que essa pessoa confesse que, na realidade, foi ela quem cometeu o crime. E condenar um inocente tem os seus riscos a longo prazo. Há algumas dificuldades, e poucos são os que conseguem fazer condenar um inocente sem que o próprio reclame ter sido manipulado de modo a aceitar as culpas e deixe alguém a investigar a veracidade do caso. E que este nunca fique arquivado. Às vezes, compra-se a culpa a alguém, mas também aí o exemplo é arriscado como garantia de sucesso final. Uma regra para contornar este último detalhe, é disfarçar o nosso crime no meio de outros. Como esconder uma árvore, que toda a gente sabe ser a floresta o melhor local. E depois matar um inocente que leve com todas as culpas. E não confesse. Mas, por vezes isso falha...
"Posteriormente, à cadeia de televisão ABC, Charles Steger admitiu que 'poderá ter havido outros' atiradores. 'Não sabemos e tentamos seguir todas as pistas que possuimos', acrescentou".
"Posteriormente, à cadeia de televisão ABC, Charles Steger admitiu que 'poderá ter havido outros' atiradores. 'Não sabemos e tentamos seguir todas as pistas que possuimos', acrescentou".
Etiquetas: crime perfeito, Universidade Técnica da Virgínia
