20110830
20110829
Sobre as escutas
Digo apenas o seguinte:
1 - Isto só é público porque há uma "guerra" entre o grupo Impresa - "Expresso" - e a Ongoing.
2 - Tanto o SIS como o SIED, são "serviços públicos", logo da competência do primeiro-ministro, eleito pelo povo. Não há "serviços secretos" em Portugal. Qualquer "segredo de Estado" nestas ilegalidades é perigoso para Democracia, tanto mais que até há lojas maçónicas metidas ao barulho.
3 - Qualquer jornalista que se preze sabe, à partida, que pode ter o seu telemóvel debaixo de escuta, sobretudo os que investigam os serviços de segurança. Daí que seja uma dupla ingenuidade achar que há números de telemóvel valiosos na famosa "lista de compras". Ou houve ingenuidade do jornalista ou houve ingenuidade de quem fez deligências ilegais para os obter.
4 - Isto não vai dar em nada, pois o que interessa é obter efeitos de muito fumo para confundir. As "secretas" - que, mais uma vez, friso, não existem, pois secreto é o que não sabe que existe o tanto o SIS como SIED são "serviços públicos" - vão continuar a operar na base da ilegalidade. Quando muito, irão mudar os nomes, pois os métodos - esses, sim, "secretos" - continuarão a ser os mesmos.
5 - Já agora, isto é um tema muito, mas mesmo muito sério para a nossa Liberdade. Basta pensar, agora, em tempos de grave crise financeira internacional, que o governo dos EUA sempre beneficiou as empresas norte-americanas em contratos internacionais, prejudicando as congéneres europeias, graças às informações que passavam para as suas empresas e que tinham sido obtidas através de escutas electrónicas do sistema "Echelon". O eurodeputado Carlos Coelho concluiu que os norte-americanos espiam a Europa, mas o seu relatório teve pouca visibilidade pública. Porquê? Foi publicado três dias antes do 11 de Setembro de 2001...
"However, the document lists several examples in which intelligence officers are believed to have interfered in a commercial contract. The report claims that European aircraft maker Airbus Industrie had its lines tapped in 1994 while negotiating a $6 billion contract with the Saudi Arabian government and national airline"
1 - Isto só é público porque há uma "guerra" entre o grupo Impresa - "Expresso" - e a Ongoing.
2 - Tanto o SIS como o SIED, são "serviços públicos", logo da competência do primeiro-ministro, eleito pelo povo. Não há "serviços secretos" em Portugal. Qualquer "segredo de Estado" nestas ilegalidades é perigoso para Democracia, tanto mais que até há lojas maçónicas metidas ao barulho.
3 - Qualquer jornalista que se preze sabe, à partida, que pode ter o seu telemóvel debaixo de escuta, sobretudo os que investigam os serviços de segurança. Daí que seja uma dupla ingenuidade achar que há números de telemóvel valiosos na famosa "lista de compras". Ou houve ingenuidade do jornalista ou houve ingenuidade de quem fez deligências ilegais para os obter.
4 - Isto não vai dar em nada, pois o que interessa é obter efeitos de muito fumo para confundir. As "secretas" - que, mais uma vez, friso, não existem, pois secreto é o que não sabe que existe o tanto o SIS como SIED são "serviços públicos" - vão continuar a operar na base da ilegalidade. Quando muito, irão mudar os nomes, pois os métodos - esses, sim, "secretos" - continuarão a ser os mesmos.
5 - Já agora, isto é um tema muito, mas mesmo muito sério para a nossa Liberdade. Basta pensar, agora, em tempos de grave crise financeira internacional, que o governo dos EUA sempre beneficiou as empresas norte-americanas em contratos internacionais, prejudicando as congéneres europeias, graças às informações que passavam para as suas empresas e que tinham sido obtidas através de escutas electrónicas do sistema "Echelon". O eurodeputado Carlos Coelho concluiu que os norte-americanos espiam a Europa, mas o seu relatório teve pouca visibilidade pública. Porquê? Foi publicado três dias antes do 11 de Setembro de 2001...
"However, the document lists several examples in which intelligence officers are believed to have interfered in a commercial contract. The report claims that European aircraft maker Airbus Industrie had its lines tapped in 1994 while negotiating a $6 billion contract with the Saudi Arabian government and national airline"
Etiquetas: Echelon, Nuno Simas, Ongoing, Pinto Balsemão, SIED, SIS

