20061031

A reportagem que faltava

Muito modestamente, permitam-me assinalar o facto da revista "Focus" publicar hoje a reportagem que faltava sobre a polémica entre os livros "Equador" e "Esta Noite a Liberdade". Finalmente, a comparação entre os parágrafos da polémica para que os leitores possam ter todos os dados na mão!


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11 Comentários:

Blogger josé disse...

Muito bom trabalho.

Vou comprar a revista.
parabéns.

01 novembro, 2006  
Blogger josé disse...

Esta evidência aqui transcrita vai implicar a prática de um crime de denúncia caluniosa, por MST, parece-me bem.
Escusado, além disso, porque seria sempre preferível contestar com factos ou a demonstração da falsidade dos factos apresentados.

Sinceramente, não vejo como vai descalçar a bota.

01 novembro, 2006  
Blogger josé disse...

E ainda outra coisa:

O que ficou aqui escrito é mais reveldar do que o que estava no freedomtocopy.

Será que MST também vai brandir argumentos caceteiros contra si ou contra a Focus, caro FDC?!

Não me parece nada.

01 novembro, 2006  
Blogger Bruaca disse...

Bom trabalho!
Este MST é demais, como se atreve?
E ainda tem o desplante de se declarar ofendidíssimo e atacar quem os denunciantes!
Como dizia alguém que é psicólogo, este comportamento agressivo é um clássico de complexos de inferioridade e falta de auto-confiança. Deve sentir-se inferior à sua mãe, e tem toda a razão.
Coitado, até faz pena, deve ter falta de amor e carinho...

01 novembro, 2006  
Blogger Bruaca disse...

os denunciantes, não "quem os denunciantes", I mean.

Mind your mind

01 novembro, 2006  
Blogger UheccaGil disse...

Ai que tu brincas com fogo... mas tá do best! Boa Fred!

02 novembro, 2006  
Anonymous Sónia disse...

Por estas e por outras, uns amam-te, outros odeiam-te (a maior parte), mas como todos os teus trabalhos... espectacular!!! Parabéns, continua assim.

02 novembro, 2006  
Blogger João disse...

A análise objectiva do artigo da Focus, onde se comparam passagens do "Equador" de MST com parágrafos da obra de Lapierre & Collins aí referida, não sustenta a tese de que o autor portugês tenha cometido o delito de plágio.
Equador trata-se de um romance de cariz histórico e, como tal, tem necessariamente de se apoiar em fontes que, no caso presente, até são explicitamente mencionadas por MST.
Como explica William Fisher na Focus, "factos históricos e ideias não estão protegidos" pelo que, não havendo transcrição textual dos textos de Lapierre & Collins, se conclui não ter havido plágio.
Todo este alarido em torno do putativo plágio de MST só vem demonstrar quão mesquinho é o país em que vivemos, onde todos os que alcançam algum sucesso se tornam alvos da inveja dos que nada fazem de relevo.
Por mim, cá continuo à espera do próximo romance de MST, desejando que seja tão bom quanto "Equador".

02 novembro, 2006  
Anonymous Sara Mago disse...

Ó Amiguinho João! Quanto é que o MST te paga para encheres a blogosfera de contra-informação?
Que dizes?
"A análise ... não sustenta a tese de que o autor portugês tenha cometido o delito de plágio"?
Deves estar a brincar. A estrutura sintáctica é a mesma, a selecção vocabular é similar, o encadeamento semântico é equivalente. E não há quaisquer aspas ou outro modo de referenciação imediata da fonte.
Diz lá tu o que é para ti um plágio!
Ou achas que é porque há dados históricos que os autores ddos dois livros escolheram autonomamente produzir frases semelhantes?!
O que se passa é que MST, como a maioria dos jornalistas, nem sabe que na maior parte do tempo estão a plagiar, quando usam fontes orais e escritas. Mas hoje a tarefa tem outro nome: "Copy and Paste", de modo que parece que não há problema nenhum.
Desengana-te rapaz!
Se comparares o livro com o resto da bibliografia que cita, verias talvez muitos mais casos de "copy and paste".

03 novembro, 2006  
Anonymous Anónimo disse...

Plagiador, plagiador, plagiador.
Os defensores do MST, a começar pelo Gorjão, do "Bloguítica", não passam de pobres diabos.
Vergonha!!!

03 novembro, 2006  
Anonymous Anónimo disse...

Depois de ler o artigo não considero que MST tenha feito plágio. A minha opinião pode não valer de nada e nem a daria não fosse o carnaval que se criou à volta disto. Concordo inteiramente com o João e penso que o nosso mal (portugueses) é sermos, de facto, invejosos.
Um romance histórico não tem, obviamente, que possuir no corpo do texto referenciação directa às fontes. Isso é feito no fim porque senão não era um romance, era um livro de história.
Quanto à afirmação do/a Sara Mago quando diz "O que se passa é que MST, como a maioria dos jornalistas, nem sabe que na maior parte do tempo estão a plagiar, quando usam fontes orais e escritas", devo confessar que me senti ofendida na minha honra profissional.
Exerço a profissão e não plagio ninguém. Se o fizesse saberia, com certeza, que estava a fazê-lo. Não me considero uma idiota ou uma ignorante para não perceber o que é plágio. Se a pessoa em questão aprendeu a copiar na escola, o mesmo não se passou comigo.
Se o autor do livro achar que foi plagiado, que processe o MST, agora denúncias anónimas, suposições e demais acusações sem provas concretas só porque eventualmente não gostam de MST enquanto profissional ou pessoa, não por favor. Quase nunca concordo com o que diz o senhor e nem gosto de um certo ar arrogante que assume em muitas ocasiões, mas parece-me errado apontar o dedo a torto e a direito a tudo o que mexe e a profissionais de respeito como são muitos jornalistas (não me refiro a mim em concreto, é claro...quem sou eu!!!), por mero despeito, quem sabe. Contenham-se meus senhores.
Fica aqui um link onde me parece muito clara a definição de plágio: http://wiki.di.uminho.pt/wiki/pub/MSM/SemII/MSM-Plagio.pdf

Maria Carolina

09 novembro, 2006  

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